No ano de 1988, os orangotangos de Brasília decidiram que era hora de criar uma nova carta magna pro país.
Pegaram um papel comum, daqueles baratos de escritório, e levaram pro ponto mais baixo e podre do Bananil: Brasília, o cu geográfico da nação.
Lá, no meio do Congresso Nacional, centenas de políticos, sindicalistas, militares e intelectuais de QI 83 formaram uma grande roda. Um por um, eles abaixavam as calças, agachavam em cima da folha e passavam o papel cuidadosamente na bunda, limpando o esfíncter com muito carinho e dedicação.
Era uma sessão constituinte histórica. Cada artigo que era aprovado, mais um cu sujo passava por cima do papel. Quando chegou no artigo 5º, o texto já estava marrom escuro. No artigo 37, o papel começou a rasgar de tão melado. Quando terminaram o artigo 170, aquilo já não era mais papel — era uma massa disforme de celulose e fezes compactadas.
No final da votação, o presidente da constituinte ergueu aquela coisa nojenta com as duas mãos, olhou para os parlamentares e declarou solenemente:
"Está aprovada a Bostituição de 1988!"
Foi assim que nasceu a República Bostocrática do Bananil. Não por decreto. Não por revolução. Mas por uma monumental cagada coletiva.
E até hoje, toda vez que alguém fala em "respeitar a Constituição", os velhos políticos sorriem com nostalgia, lembrando do dia em que literalmente passaram o futuro do país no próprio cu.